
A 11 dias do segundo turno, governador assume o desafio de ampliar a votação de Flávio Bolsonaro para 75% dos votos válidos em Mato Grosso. Se a meta for alcançada, Pivetta poderá fortalecer seu protagonismo político no coração da América do Sul.
A Casa 22 está aberta, e o desafio foi lançado. Na terça-feira (13), em Cuiabá, Otaviano Pivetta transformou a antiga sede de sua campanha em ponto de mobilização para Flávio Bolsonaro. Ao lado do governador estavam Mauro Mendes, José Medeiros e outras lideranças políticas.
Pivetta quer elevar de 65,15% para 75% a votação de Flávio no Estado. A meta é ambiciosa e depende da capacidade de mobilização das lideranças, da conquista de novos eleitores e da participação nas urnas.
Mas e se Flávio vencer e Mato Grosso alcançar os 75%?
Nesse cenário, Pivetta poderá sair fortalecido como um dos articuladores regionais da campanha presidencial. Uma votação dessa dimensão daria visibilidade nacional ao governador e ampliaria seu capital político, embora não seja possível atribuir o resultado exclusivamente à sua liderança.
A posição geográfica de Mato Grosso também dá outra dimensão a essa discussão. Situado no centro da América do Sul e conectado às rotas do agronegócio, o Estado tem interesses estratégicos em infraestrutura, logística, comércio internacional e integração com os países vizinhos.
Com Mauro Mendes, José Medeiros e outras lideranças na composição política, Pivetta tenta transformar a mobilização eleitoral em demonstração de força regional.
Faltam 11 dias para as urnas. A meta está anunciada, a Casa 22 virou ponto de articulação e o governador está no leme.


