
O primeiro turno será em 4 de outubro. Para usar o e-Título nesse dia, porém, é preciso instalar o aplicativo antes, fazer o primeiro acesso e concluir a validação dos dados até sábado, 3 de outubro. No domingo da eleição, novos acessos e ativações ficam suspensos.
Além da versão digital do título de eleitor, o aplicativo mostra exatamente onde votar, permite justificar ausência, consultar e pagar multas eleitorais e emitir certidões. O TSE também começou a enviar pelo e-Título notificações com orientações para as Eleições 2026, incluindo avisos sobre local de votação, serviços eleitorais e informações oficiais da Justiça Eleitoral.
Mostra onde você vai votar
Uma das funções mais úteis nesta época é a consulta ao local de votação, que pode mudar de uma eleição para a outra.
Na opção “Onde Votar”, o eleitor pode conferir a zona, a seção e o endereço onde deverá comparecer, para não perder a viagem nem se atrasar.
Pode usar o e-Título para votar?
Sim, mas há uma condição. Quem tem biometria cadastrada e aparece com fotografia no e-Título pode apresentar o próprio aplicativo como documento oficial de identificação na hora de votar.
Se o e-Título não exibir a foto, será necessário levar um documento oficial com fotografia.
E atenção: não adianta tirar um print da tela. A Justiça Eleitoral informa que a captura de tela do e-Título não será aceita como documento de identificação.
Justificativa e multas
Quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia da eleição também pode usar o aplicativo para justificar a ausência. No dia da votação, o serviço utiliza a localização do aparelho para confirmar que o eleitor está fora da área onde deveria votar.
O e-Título também permite consultar débitos eleitorais e fazer o pagamento de multas por meios digitais, incluindo Pix.
O aplicativo ainda oferece serviços como emissão de certidões eleitorais, consulta ao andamento de requerimentos e acesso ao Boletim na Mão, ferramenta que permite consultar os boletins de urna.
Como baixar o e-Título
O aplicativo é gratuito e está disponível para celulares Android e iPhone.
Depois de instalar, o eleitor precisa informar os dados pessoais exatamente como aparecem no cadastro da Justiça Eleitoral. O sistema pede informações como nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título e nome dos pais.
Em seguida, é necessário confirmar a identidade e criar uma senha de acesso.
O TSE informa ainda que conseguir acessar o e-Título não significa que uma pessoa com título suspenso ou alguma restrição cadastral esteja automaticamente liberada para votar. A situação eleitoral continua valendo independentemente de o documento aparecer no aplicativo.


